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quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

Poesia: Protesto Medieval



Cantem louvores medievais
Em épuras espaciais.
Figuras distorcidas.
Critiquem, anarquistas
Ante-tabus, tradicionais.
Lutas fratricidas
Algures Marxistas.
Vivas, Che contra capitais.
Sementeiem grão por grão
E colham nada por nada.
Reformulem modelos siderais
Espaciais.
Lunáticos estilistas.
Direitistas, trabalhistas
Cheiro de guerra no ar.
Guerrilheiro, companheiro.
Todos amantes
Em tons vibrantes.
Cantem louvores medievais
Em épuras espaciais.


Luiz Antonio Fascio
Rio de Janeiro, 1962